Campeão da picuinha no trabalho?

Nestes últimos doze meses eu devo ter entrevistado, negociado e contratado um pouco mais de 100 pessoas. (Essa responsabilidade faz parte das atividades que desempenho como consultor).

Essas pessoas com quem me relacionei, e com algumas que ainda me relaciono, são dos mais variados estados brasileiros e vários deles são de países  latino americanos.  Sendo assim, tenho a oportunidade de comparar estilos bastante diversos no tocante ao “agir nas relações de trabalho”. Esse agir envolve: como a pessoa encara o trabalho e como se dá a relação com a empresa em que trabalha.

De posse disso, e sem muito rigor científico (diga-se de passagem), posso afirmar que o profissional de Curitiba é o mais adora uma “picuinha” no trabalho e na relação com a empresa. E o mais interessante é que não estou falando do curitibano, os nativos de Curitiba. Estou falando de quem atua no mercado de trabalho daqui. Não necessariamente que tenha nascido aqui.

É impressionante. No começo eu pensei que era uma questão de cultura organizacional de uma empresa em particular. Ou algumas regras heterodoxas de outra empresa. Mas, não. O negócio é mais grave.

Conversei com colegas profissionais de recursos humanos e eles me falaram da mesma “percepção”. Por isso estou elegendo meus colegas curitibanos como os “reis da picuinha da américa latina”.

One Response to “Campeão da picuinha no trabalho?”

  1. Marcelo Says:

    Curitibanos gostam de picuinhas, mas e quanto aos paulistas?

    Os paulistas, de forma geral e cultural, tanto em ambientes de trabalho, quanto em ambientes públicos, não conseguem ter um diálogo saudável, não digo culto, em uma comunicação informal, desvirtuando o TER e o SER à seu favor. Ou seja, adoram contar vantagens e vangloriar-se como melhores…
    É gritante e chega a ser ridículo!

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