Campeão da picuinha no trabalho?
Nestes últimos doze meses eu devo ter entrevistado, negociado e contratado um pouco mais de 100 pessoas. (Essa responsabilidade faz parte das atividades que desempenho como consultor).
Essas pessoas com quem me relacionei, e com algumas que ainda me relaciono, são dos mais variados estados brasileiros e vários deles são de países latino americanos. Sendo assim, tenho a oportunidade de comparar estilos bastante diversos no tocante ao “agir nas relações de trabalho”. Esse agir envolve: como a pessoa encara o trabalho e como se dá a relação com a empresa em que trabalha.
De posse disso, e sem muito rigor científico (diga-se de passagem), posso afirmar que o profissional de Curitiba é o mais adora uma “picuinha” no trabalho e na relação com a empresa. E o mais interessante é que não estou falando do curitibano, os nativos de Curitiba. Estou falando de quem atua no mercado de trabalho daqui. Não necessariamente que tenha nascido aqui.
É impressionante. No começo eu pensei que era uma questão de cultura organizacional de uma empresa em particular. Ou algumas regras heterodoxas de outra empresa. Mas, não. O negócio é mais grave.
Conversei com colegas profissionais de recursos humanos e eles me falaram da mesma “percepção”. Por isso estou elegendo meus colegas curitibanos como os “reis da picuinha da américa latina”.
October 19th, 2009 at 10:31 am
Curitibanos gostam de picuinhas, mas e quanto aos paulistas?
Os paulistas, de forma geral e cultural, tanto em ambientes de trabalho, quanto em ambientes públicos, não conseguem ter um diálogo saudável, não digo culto, em uma comunicação informal, desvirtuando o TER e o SER à seu favor. Ou seja, adoram contar vantagens e vangloriar-se como melhores…
É gritante e chega a ser ridículo!